Doces++;
Minha relação com doces é assaz complicada. Diagnosticada com Diabetes mellitus tipo 2 que consiste em todas as minhas células se recusarem a absorver glicose suficiente devido ao déficit de insulina ou o meu organismo ser incapaz de administra-lá de maneira adequada. Em suma, é como cada parte de mim odiasse açúcar e se rebelasse contra ele.
Tinha 12 anos! A revelação de que deveria controlar a minha ingestão de C6H12O6 comprometeu o meu ânimo e a garantia de felicidade através da serotonina.
CONTRA INDICARAM-ME UMA DROGA ALTERNATIVA E EFICIENTE!
Sempre acreditei numa sociedade mais bem organizada e produtiva se fosse baseada na matéria-prima do cacau. Balas como moedas! 7-belo seria a moedinha número 1 do Tio Patinhas! Trufas e chocolates conquistariam o amor de qualquer menina (espera, isso já está consolidado no mundo capistalista!). Teríamos tráficos nos morros cariocas de Ferrero Rocher! Cachoeiras de milkshake de morango e sucos de frutas (jabuticaba) e Nutella presidente.
Como puderam limitar meu açúcar? Quero o meu sangue mais doce que o mel para as formigas começarem a me rodear e as abelhas sentirem inveja da minha auto-produção! Essa herança genética apenas atrapalhou meu consumo de alegria. Sou docinha até no sangue e por isso mantenho os maus(porém gostosos)- hábitos alimentares! Chupa Glifage, I WANT CANDY!!
Ps.: Post abstração e análise pessoal da relação com os doces! Apenas porque observei a quantidade de fotos de chocolates que adicionei ao meu coração (weheartit). Isso foi um delírio após uma crise de abstinência!
Aliás, clique na foto para entender o sentimento!

